Letras de Músicas

Quem põe a minhoca (sou eu)


O meu amor
Para cabeça aliviar
Espera pelo fim-de-semana
Para comigo ir pescar

Da linha ao carreto
Ao anzol bem afiado
Meu amor tem sempre
O material bem oleado

E lá vamos nós
Chegamos pela fresquinha
Deito-me p ́ra descansar
Em cima de uma mantinha

E lá vem ele
De minhoca na mão
Pede para eu meter
Porque lhe faz impressão

Refrão:
Ai sou eu, sim sou eu
Quem põe a minhoca porque ele não é capaz
Ai sou eu, sim sou eu
Ele é bom na cana mas na minhoca não satisfaz

O meu amor
Como bom pescador
Aos amigos mente sempre
Ai mente sim senhor

Diz que pesca muito
Que pesca até mais não
Até já disse
Que pescou um tubarão


Na conta da tua mãe

Refrão:
Ai todos metem, todos metem
Na conta da tua mãe

Para ter fiado é preciso confiar
A crise deixa a malta baralhada
Abre o olho, avisa a tua mãe
Que a conta dela anda a ser abusada

Com esta gente é preciso estar alerta
Porque só fazem aquilo que lhes convém
A tua mãe como tem a conta aberta
Metem na conta sem dizer a ninguém

Sou tua amiga e quero ajudar
A descobrir quem na conta anda a meter
A tua mãe quando chega ao fim do mês
Paga as despesas que andam outros a fazer

Curiosa fui ao fundo da questão
Nem queria acreditar no que aconteceu
P’ra meu desgosto fiquei a saber
Que o meu pai também na conta meteu

Refrão:
Ai todos metem todos metem
Na conta da tua mãe
Ai todos metem todos metem
Metem todos e o meu pai também





Eu levo no pacote
Páquito C. Braziel/Páquito C.
Braziel/Nuno Eiró

Meu amor trabalha muito
Precisa de comer
Eu faço sempre um lanche
P’ra ele não enfraquecer

Preparo um pacote
Ponho de tudo um bocadinho
E na hora de levar
Eu ponho-me a caminho

Minha mãe pergunta sempre
Porque não levo a lancheira
Mas p’ra manter o gosto
É a melhor maneira

Refrão
Eu levo no pacote
Eu levo sim senhor
Eu levo no pacote
Tem outro sabor

Eu levo no pacote
Eu levo sim senhor
Eu levo no pacote
P’ra gosto do meu amor

Levo sandes de fiambre
Outras de panado
Levo também um bombom
P’ra que fique aconchegado

Meu amor quando me vê
Amachuca-me o pacote
Quer saber o que vai dentro
O que lhe calhou em sorte

Chega a estragar comida
Mas eu não levo a mal
Levo o lanche deste jeito
É mais natural

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Por Trás Não
Letra e música de Páquito C. Braziel

Eu tenho uma casa
Muito jeitosinha
Até podem não gostar
Mas que fazer é a minha

Uma porta à frente
Outra atrás p’ra serviço
Dois quartos mais em cima
Não tem mais que isso

E combinei
Com o meu homem p’ra não sujar
Apenas pela frente
Ele podia entrar

Mas é só distrair-me
Basta um segundo
Ele não ajuda nada
Ainda entra pelo fundo

Refrão:
Por trás não, ai ai
Por trás não, ai ai
Por trás não que eu estou farta de avisar

Por trás não, ai ai
Por trás não, ai ai
Por trás não que a mim é que vai custar

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Com a boca no pipo
Páquito C. Braziel / Páquito C. Braziel

No outro dia fui à praia
Estava cheia até mais não
Deitei-me ao lado de um borracho
Que tinha um grande colchão

Comecei a olhar p’ra bóia
E ofereci-me p’ra encher
Disse que tinha um buraco
Não sabia o que fazer

Depois de conversar
À conclusão fomos chegar
Que eu soprava no pipo
E ele com o dedo foi tapar

E foi assim todo o dia
Todo o dia, todo o dia
Eu com a boca no pipo
E ele com o dedo no buraco